terça-feira, 22 de novembro de 2016

DILMA NÃO PODE SE

CURVAR AOS DERROTADOS 

(TEXTO POSTADO EM 22/11/2014 NO ANTIGO BLOG JÁ DESATIVADO. E RESGATADO PELO FACEBOOK)
Não foram apenas o PSDB/DEM/PPS e PSB que perderam as eleições para Dilma, com Aécio. Foi todo um sistema iniciado em 1994 com o Plano Real, e sacramentado pelas emendas constitucionais e legislação financeira (como a LDO) no final do governo FHC. Tudo sob medida para engessar os governos seguintes, obrigando-os a seguir a Cartilha Neoliberal do Consenso de Washington
Importante destacar que, em QUATRO VEZES SEGUIDAS, esta decisão DAS URNAS vem se repetindo desde 2002.
No primeiro governo Lula (LULINHA PAZ & AMOR) os neoliberais continuaram mandando, representados por Henrique Meirelles (no Banco Central), Nelson Jobim (no comandando das Forças Armadas) e o advogado recém-falecido, que apoiou a Ditadura Márcio Thomaz Bastos (no Ministério da Justiça). Inclusive orientando Lula, na escolha dos ministros do STF.
Mas apesar de tudo isso houve avanço nas conquistas sociais, e devido a um cochilo do Banco Central (*) o Brasil saiu da inércia para o desenvolvimento.

GOVERNO DILMA

No oitavo mês do Governo Dilma os brasileiros perceberam que não precisavam se curvar às decisões do “mercado”. Foi quando a presidenta (depois de se desvencilhar de Palocci, Henrique Meirelles e Nelson Jobim) segurou as rédeas do Banco Central (como havia prometido em pronunciamento frente à elite econômica em Nova Iorque, durante a campanha, em 2010) e conseguiu reduzir a Taxa Selic de 12,5% em setembro de 2011 para 7,25% até março de 2013, fazendo uma economia de 150 bilhões de reais no pagamento da dívida.
Nesse período, o governo Dilma obteve os maiores índices de aprovação popular (65% de ótimo e bom, e apenas 7% de ruim e péssimo) segundo o Datafolha.
O resto todo mundo sabe: Oposição, Mercado e Mídia juntaram-se aos sete por cento de ruim e péssimo, que representam alguns milhões de pessoas (7% de 200 milhões = 14 milhões), e organizaram as manifestações que começaram logo após a constatação de que Dilma venceria no primeiro turno em 2014.
Portanto, não há dúvida de que a grande maioria do povo brasileiro não quer o Brasil atrelado ao FMI/FED, nem pautado pela ANJ/ABERT/FEBRABAN que servem ao mesmo patrão – o “mercado”.
(*) COCHILO DO BANCO CENTRAL:
Em 2003 o governo liberou o Crédito Consignado que permitiu aos Servidores Públicos Civis e Militares, ativos e inativos, endividados em Cartões de Crédito e Cheque Especial, pagarem todos os compromissos com juros baixos. Não tão baixos como deveriam ser por se tratar de dívida sem risco, paga compulsoriamente em folha de pagamento. Mas suficiente para criar um mercado interno que poderia estar funcionando até hoje, não fosse uma alteração na legislação do Banco Central em 2007 (quando Henrique Meirelles resolveu “henriquecer” mais ainda os banqueiros) quando deu poder aos gerentes de banco para transformarem Contas-Salário em contas universais. Um verdadeiro crime de estelionato.M. Pacheco 

segunda-feira, 21 de novembro de 2016


50 ANOS DE FURTO

AOS TRABALHADORES

Nesta data, em 1966, sob a batuta de Roberto Campos – mal comparando, o Henrique Meirelles da época - os patrocinadores do golpe militar decidiram se apropriar do caixa dos Institutos de Aposentadoria e Pensões dos trabalhadores na iniciativa privada para financiar projetos e pagar dívidas do estado através do DECRETO-LEI Nº 72, DE 21 DE NOVEMBRO DE 1966 com o seguinte preâmbulo: O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, usando da atribuição que lhe é conferida pelo art. 30 do Ato Institucional nº 2, de 27 de outubro de 1965, combinado com o art. 2º do Ato Complementar nº 23, de 20 de outubro de 1966,
DECRETA:
Art 1º Os atuais Institutos de Aposentadoria e Pensões são unificados sob a denominação de Instituto Nacional de Previdência Social (INPS).
Art 2º O INPS constitui órgão de administração indireta da União, tem personalidade jurídica de natureza autárquica e goza, em toda sua plenitude, inclusive no que se refere a seus bens, serviços e ações, das regalias, privilégios e imunidades da União.
A PARTIR DAÍ
Todos os bens e arrecadações previdenciárias passaram a ser usadas para o pagamento e custeio não só dos trabalhadores da iniciativa privada, como os dos servidores públicos civis e militares.
DE VOLTA AO PASSADO
SE HOJE ESTÁ TÃO DIFÍCIL custear as despesas dos trabalhadores da iniciativa privada, por que o Estado não devolve a eles os seus Institutos? Evidentemente pagando com a devida correção monetária E JUROS IGUAIS AOS QUE SÃO PAGOS AOS BANQUEIROS, tudo o que deles foi furtado durante todos esses anos?
Eu tenho uma sugestão, que divulguei em 1998, e deu origem às ORGANIZAÇÕES SOCIAIS do governo FHC.

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

QUANDO DILMA DEU UM CHEGA PRÁ LÁ
NO MERCADO
Questionada por uma “fofoqueira” do Globo (aquele tipo que leva-e-traz, fomentando discórdias) sobre o fato do ex-presidente Lula ter dito que “Joaquim Levy tem prazo de validade” a presidenta Dilma respondeu:
 “Não só gosto muito do presidente Lula, como é público e notório, como o respeito. Mas não concordo (que Levy tenha prazo de validade). Aliás, (eu e Lula) não temos de concordar sobre tudo”.
A presidenta Dilma, poderia ter dito ainda que já demitiu Henrique Meirelles em agosto de 2001, sem pedir licença a ninguém. E aproveitando que estava com a caneta na mão mandou junto Nelson Jobim e Antônio Palocci, dois ex-ministros que Lula queria manter no governo dela. E ainda lembrar que logo a seguir mandou Tombini começar a baixar os juros da taxa Selic que estava em 12,5% (herança de Meirelles) até que chegou a 7,25% em março de 2011. Não por acaso, as Pesquisas (Data Folha e Ibope) já garantiam que ela era mais popular que Lula e FHC, e que iria se reeleger no primeiro turno em 2014. (NÃO POR ACASO, QUANDO O GOLPE COMEÇOU)
LEVY ESTAVA QUASE NO PONTO
Bastava ele se convencer de que o Brasil não pode retroceder, e que assim como Lula, não é sempre que o Mercado precisa ser atendido.
Depois que o Congresso votasse o Ajuste Fiscal e a CPMF, que poderia se transformar em IPMF (Imposto PERMANENTE sobre Movimentação Financeira) ajudando até a reduzir outros impostos no futuro, o Brasil voltaria a crescer e os pessimistas desapareceriam.

Mas se o IPMF não fosse aprovado, ainda teríamos uma reserva com quase 400 bilhões de dólares que poderia ser repatriada e transformada em OURO para lastrear Títulos do Tesouro sem juros, que seriam oferecidos ao público numa campanha de venda direta feita pelos bancos oficiais. E com  o dinheiro arrecadado começar a quitar a dívida pública do país, evidentemente, depois da AUDITORIA prevista na Constituição de 1988.  
NOTA: Esta sugestão foi dada por mim ao presidente Itamar Franco em 1993. E dela nasceu a URV que permitiu a implantação do Real.

M. Pacheco, em 16 de novembro de 2016, atualizando texto postado da mesma data em 2015

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

DILMA NÃO RECUOU DIANTE DA INQUISIÇÃO
Pinçando trechos das respostas, sem colocar as perguntas, o jornal O Globo de hoje (07/11/2014), destacou na página três, o que considerou mais importante da entrevista que a presidenta Dilma deu aos cinco maiores sócios da ANJ (O CARTEL DA MÍDIA IMPRESSA): O Globo, Valor, Estadão e Folha, numa inédita “entrevista conjunta”.
Como a gente já conhece os métodos que essa mídia usa para deformar o que a presidenta diz é fácil entender o que foi realmente perguntado e respondido:
Exemplo:
Logo no primeiro destaque, sob o título “RETOMADA DO CRESCIMENTO” como se o país tivesse parado de crescer em algum momento, encontramos aspas para um longo texto, onde Dilma deixa claro o que pensa sobre a tentativa dos USA influenciar as ações do seu governo, da mesma forma como influencia a mídia; os “especialistas” que são fontes dessa mídia; e os agentes financeiros que influenciam o Copom através do Boletim Focus.
Esse é o nosso grande desafio. Não acho que exista receita pronta, que nós devemos seguir à risca, para crescer. Os Estados Unidos que são os pragmáticos dos pragmáticos diziam que não devíamos salvar empresas privadas; que não devíamos colocar grande quantidade de moedas na economia; que não devíamos salvar bancos insolventes, nem emitir títulos para salvá-los”.
Não sei se Dilma disse assim tão claramente, mas estou certo que ela estava tentando convencer seus interlocutores de que “a maior democracia do mundo” age como naquele velho ditado: “faça o que eu mando, mas não faça o que eu faço!”
Até por que, de 2008 até hoje, o Banco Central Norte-americano (FED – e como fede!) já emitiu cerca de quatro trilhões de dólares (sem lastro) inundando o mundo de moedas, com as quais salvou a General Motors; um banco que havia dado golpe no mercado; e recomprou os títulos da dívida pública norte-americana e as hipotecas imobiliárias que destruíram a economia mundial de 2001 a 2008. E depois que viciou o mercado a receber dólares em quantidade incalculável (como ópio) com os quais os banqueiros compravam Títulos do Tesouro de outras nações (como o Brasil), em 2013 passou a ameaçar que iria parar de distribuir a droga, provocando o aumento dos juros da Taxa Selic; aumentando e reduzindo a cotação do dólar; e das ações de estatais na Bolsa de Valores.
Dilma também demonstrou que não acredita que a queda do preço do petróleo, do ferro, do soja tenha sido fruto da acomodação do “mercado”.
Isto não aconteceu por acaso!
Como não foi por acaso que ocorreram as manifestações que se seguiram, quando Dilma tinha 65% de aprovação em ótimo e bom e 23% em regular. E apenas 7% desaprovavam seu governo.
Mas ela deixou claro que confia em que os países emergentes ainda têm bastante espaço para crescer, alimentados e alicerçados pelos seus mercados internos, que garantem emprego e renda para o consumo.
Gostei, também, quando abordaram o tema: “AUMENTO DE MISERÁVEIS” apontado pelo IPEA, com uma pesquisa direcionada para tal resultado, pois foram incluídos como RENDA ZERO, pessoas com abastecimento de água potável (83,4%); esgotamento sanitário (73%); e nível superior completo (5,3%).
E ainda dizem que o PT é que aparelhou o Estado.
M. Pacheco republicando texto recuperado pelo Face Book de 7 de novembro de 2014.

Lembrando que depois dessa entrevista O MERCADO INTERNO passou a ser o ALVO da destruição do Governo Dilma orquestrado pelos PATROCINADORES DO GOLPE.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

RECADO DAS URNAS
O PT NÃO ACABOU
Como já disse, está havendo uma grande confusão entre os analistas políticos, sobre o resultado das últimas eleições municipais. Os analistas amestrados das emissoras de televisão e jornais regiamente pagos pelo governo Temer estão festejando a vitória do PSDB e do PMDB e a redução dos votos no PT.
Mas não é essa a leitura real dos resultados apresentados pela Justiça Eleitoral. E para explicar o que estou dizendo, recorro a uma postagem que fiz ontem, explicando a diferença entre MILITANTES e SIMPATIZANTES.
Para começar sugiro que os meus amigos que se dizem militantes de esquerda façam uma análise nas eleições parlamentares e observem que apenas GRAÇAS A COLIGAÇÕES alguns partidos de esquerda continuam existindo. Tem partido de “esquerda” que não conseguiria eleger um só deputado federal apenas com os votos de sua militância. E até correm o risco de desaparecer com a nova legislação eleitoral já em vigor e com a REFORMA POLÍTICA que os grandes partidos pretendem impor para reduzir o número de legendas de aluguel de tempo na televisão.
O PT também não nasceu com essa bola toda. Ele cresceu quando os simpatizantes de políticos que defendem o trabalhador e são contra o capitalismo dos banqueiros que nada produzem, além de juros decidiram apoiar Lula e Dilma. Ocorre que esses eleitores não são de ESQUERDA. Eles fazem parte da grande maioria dos brasileiros que se situam no centro, e votam em candidatos de esquerda que defendem propostas que tem afinidade com as suas.
Na eleição municipal deste ano, nota-se realmente um afastamento dos SIMPATIZANTES DE LULA E DILMA. Alguns, acreditando na mídia e achando que o PT é mais corrupto do que o PSDB porque não tem nenhum político desse partido preso ou sendo processado e investigado (*). E outros, simplesmente decepcionados com a política suja da oposição.
Os dois grupos decidiram anular o voto, votar em branco ou se abster de votar. Nenhum SIMPATIZANTE DE DILMA OU LULA migrou do PT para o PSDB, PMDB ou qualquer outro partido.
Arrisco dizer que os eleitores de Dilma e Lula estão hibernando. Guardando as gorduras para queima-las em 2018.
(*) Parece que a lava-jato só agora, depois das eleições, vai começar a investigar o PSDB e o PMDB.

M. Pacheco – em 31/10/2016 - dia das bruxas
RECADO DAS URNAS
O PT NÃO ACABOU
Como já disse, está havendo uma grande confusão entre os analistas políticos, sobre o resultado das últimas eleições municipais. Os analistas amestrados das emissoras de televisão e jornais regiamente pagos pelo governo Temer estão festejando a vitória do PSDB e do PMDB e a redução dos votos no PT.
Mas não é essa a leitura real dos resultados apresentados pela Justiça Eleitoral. E para explicar o que estou dizendo, recorro a uma postagem que fiz ontem, explicando a diferença entre MILITANTES e SIMPATIZANTES.
Para começar sugiro que os meus amigos que se dizem militantes de esquerda façam uma análise nas eleições parlamentares e observem que apenas GRAÇAS A COLIGAÇÕES alguns partidos de esquerda continuam existindo. Tem partido de “esquerda” que não conseguiria eleger um só deputado federal apenas com os votos de sua militância. E até correm o risco de desaparecer com a nova legislação eleitoral já em vigor e com a REFORMA POLÍTICA que os grandes partidos pretendem impor para reduzir o número de legendas de aluguel de tempo na televisão.
O PT também não nasceu com essa bola toda. Ele cresceu quando os simpatizantes de políticos que defendem o trabalhador e são contra o capitalismo dos banqueiros que nada produzem, além de juros decidiram apoiar Lula e Dilma. Ocorre que esses eleitores não são de ESQUERDA. Eles fazem parte da grande maioria dos brasileiros que se situam no centro, e votam em candidatos de esquerda que defendem propostas que tem afinidade com as suas.
Na eleição municipal deste ano, nota-se realmente um afastamento dos SIMPATIZANTES DE LULA E DILMA. Alguns, acreditando na mídia e achando que o PT é mais corrupto do que o PSDB porque não tem nenhum político desse partido preso ou sendo processado e investigado (*). E outros, simplesmente decepcionados com a política suja da oposição.
Os dois grupos decidiram anular o voto, votar em branco ou se abster de votar. Nenhum SIMPATIZANTE DE DILMA OU LULA migrou do PT para o PSDB, PMDB ou qualquer outro partido.
Arrisco dizer que os eleitores de Dilma e Lula estão hibernando. Guardando as gorduras para queima-las em 2018.
(*) Parece que a lava-jato só agora, depois das eleições, vai começar a investigar o PSDB e o PMDB.

M. Pacheco – em 31/10/2016 - dia das bruxas

domingo, 30 de outubro de 2016

COMEÇOU A CAMPANHA PARA 2018


O PSOL (como já disse) não estava brigando pela Prefeitura do Rio. Já havia jogado a toalha há muito tempo. A meta do PSOL é o Governo do Estado do Rio de Janeiro, e o Freixo sabe que os adversários já estão na rua.Em 2018 o PT deve lançar um candidato próprio. Até porque estará se reabilitando com os desacertos do governo Temer ou de quem o suceder caso ele seja cassado;O PDT com Ciro Gomes como candidato a Presidente, deve fazer coligação com o PT no Estado;O PMDB deve vir de Eduardo Paes (se ele não voltar para a sua origem, o PSDB). Mas nesse caso, o que não falta é candidato na sigla;
E não se pode esquecer do Garotinho ou da filha dele, apoiada pelo Crivella.
A grande jogada do PSOL foi apresentar Marcelo Freixo como candidato “das esquerdas” e reunir em torno dele SIMPATIZANTES do PC do B, do PDT, Rede e PSTU convencidos por militantes de esquerda nas redes sociais;
O que eu tentei alertar foi que a grande maioria dos eleitores não é formada por MILITANTES e sim SIMPATIZANTES.
E não se deve EMPRESTAR SIMPATIZANTES porque eles nem sempre voltam, como ocorreu com o PDT, quando Brizola aceitou ser vice de Lula para garantir a vitória de Garotinho, e nunca mais recuperou os votos dos simpatizantes do Brizola que foram emprestados ao Lula.
Os números desta eleição dizem que o total de eleitores na cidade do Rio de Janeiro aptos a votar são 4.898.045.
Destes Crivela recebeu 1.699.888;
Freixo, 1.163.522;
Brancos, 149.857;
Nulos, 569.501 (podia ter sido muito mais);
E 1.315.277 não compareceram para votar.
Ou seja, os NÃO VOTO somaram 2.034.635 na cidade do Rio de Janeiro. Mais do que qualquer candidato.
M. Pacheco, em 39/10/2016 - na expectativa do que está para acontecer na semana que se inicia com o DIA DAS BRUXAS.
E não se pode esquecer do Garotinho ou da filha dele, apoiada pelo Crivella.A grande jogada do PSOL foi apresentar Marcelo Freixo como candidato “das esquerdas” e reunir em torno dele SIMPATIZANTES do PC do B, do PDT, Rede e PSTU convencidos por militantes de esquerda nas redes sociais;O que eu tentei alertar foi que a grande maioria dos eleitores não é formada por MILITANTES e sim SIMPATIZANTES.E não se deve EMPRESTAR SIMPATIZANTES porque eles nem sempre voltam, como ocorreu com o PDT, quando Brizola aceitou ser vice de Lula para garantir a vitória de Garotinho, e nunca mais recuperou os votos dos simpatizantes do Brizola que foram emprestados ao Lula.Os números desta eleição dizem que o total de eleitores na cidade do Rio de Janeiro aptos a votar são 4.898.045.Destes Crivela recebeu 1.699.888;Freixo, 1.163.522;Brancos, 149.857;Nulos, 569.501 (podia ter sido muito mais);E 1.315.277 não compareceram para votar.Ou seja, os NÃO VOTO somaram 2.034.635 na cidade do Rio de Janeiro. Mais do que qualquer candidato.M. Pacheco, em 39/10/2016 - na expectativa do que está para acontecer na semana que se inicia com o DIA DAS BRUXAS.