sábado, 29 de outubro de 2016

PEDALADAS DO FED
(E COMO FEDE!)
AMEAÇAR AUMENTO DOS JUROS que nunca se realiza porque não é conveniente para a Economia dos EUA, mas valoriza a moeda que eles fabricam (sem lastro) e distribuem para o resto do mundo – o dólar - é uma PEDALADA RECORRENTE.
Mas a PEDALADA mais importante aconteceu em dezembro de 1913, quando o Congresso norte-americano estava em recesso e alguns banqueiros, sob a liderança da família Rothschild compraram, por trinta dinheiros, de uma meia dúzia de senadores corruptos, o direito de emitir a moeda norte-americana e vende-la para o Governo em troca de títulos do Tesouro.
Depois disso, começaram a comprar tudo e todos; inclusive leis e guerras, financiando aos dois lados das contendas.
Até que, ao final da Segunda Guerra Mundial, reuniu os aliados em Bretton Woods e exigiu que todos assinassem o Acordo” que fez da moeda cativa dos banqueiros internacionais, a “reserva oficial do mundo”. Isso, sim, uma SENHORA PEDALADA, porque deixou todos acreditarem que o Dólar estaria lastreado em OURO (0,8 gramas por dólar).
E assim foi, com todo mundo acreditando que as reservas de OURO do FORT KNOX garantiam o devido retorno.
Mas em 1971, o presidente De Gaulle decidiu testar o “Acordo de Breton Wood” e pediu de volta todo o OURO a que tinha direito. E não deu outra. Não havia OURO suficiente.
Foi quando o presidente Nixon percebeu que ia sobrar para o Tesouro norte-americano e resolveu ACABAR COM O ACORDO, UNILATERALMENTE. E o lastro em OURO deixou de existir.
Dai em diante, multiplicaram-se as PEDALADAS DO FED. Uma após outra. Sempre corrigindo os erros da anterior, até que decidiram inventar a PEDALADA GIGANTE, que ficou conhecida como CONSENSO DE WASHINGTON.
A partir de então, todos os países subalternos (como o Brasil) passaram a colocar em sua própria legislação as decisões conhecidas como DECÁLOGO DO CONSENSO.
Houve até um “relator” que teve a coragem de fraudar a Constituição Federal colocando um JABUTI (Art. 166 - § 3º - Inciso II – Letra b) que garante o pagamento dos juros da dívida pública, antes de qualquer outro compromisso, mesmo que nada reste para as outras responsabilidades previstas no Orçamento.
Houve, ainda, as PECs (emendas à Constituição) e alteração da legislação ordinária, feitas pelo presidente Fernando Henrique Cardoso para facilitar a execução da cartilha neoliberal.
De tanto PEDALAR DESORDENADAMENTE para corrigir erros de PEDALADAS ANTERIORES, o Fed (e como fede) resolveu incentivar a emissão das HIPOTECAS IMOBILIÁRIAS no início novo milênio, para evitar o FIM DO CAPITALISMO. Que mais uma vez se viu ameaçado exatamente pela proliferação desses papéis.
NOVAS PEDALADAS o Fed se viu obrigado a dar a partir de 2008 com a EMISSÃO DESENFREADA DE DÓLARES SEM LASTRO para comprar os papéis podres que estão espalhados pelo mundo inteiro, nas mãos de banqueiros e fundos de Pensões e Investimento.
Mas essa deverá ser a ÚLTIMA PEDALADA DO FED, apesar de ninguém saber quando ela vai terminar. Até por que, no momento em que o Fed deixar de emitir dólares para comprar as Hipotecas podres e títulos do Governo, emitidos para salvar a Economia norte-americana, será o FIM DO CAPITALISMO como se conhece hoje. E o início do CAPITALISMO DO BRICS.


M. Pacheco, em 29 de Outubro de 2015. Quase dois anos após o Centenário do Fed (dez/2013) quando pensei que encerrava o contrato de locação do dólar.

NÃO É COINCIDÊNCIA
APENAS SEMELHANÇA DE CARÁTER
1 – O presidente do Senado – Renan Calheiros – chama de juizeco (*), um juiz de primeira instância que não respeitando a Constituição decide agir acima dos seus limites, mandando a Polícia Federal invadir o Senado, prender servidores da casa e confiscar equipamentos, inclusive computadores onde podem estar arquivados documentos sigilosos.
(*) O sufixo ECO é usado em “diminutivos pejorativos”. Seria o mesmo que chamar de “jornaleco” os jornais O Globo, Folha de São Paulo e O Estado de São Paulo que também não respeitam os limites da Ética e da Constituição.
Ato contínuo, a presidenta do STF – Carmen Lúcia - no exercício da presidência do CNJ sai em defesa de todos os juízes, inclusive os juizecos e os que vendem sentenças, e diz que quando eles são agredidos é como se ela o fosse. Nivelando-se!
Só faltou mandar o presidente do Senado CALAR A BOCA. E para mostrar que está acima de todos os outros poderes, decide pautar imediatamente uma ação que nem mesmo o autor está mais interessado nela, só para se vingar de Renan.
Como se avisasse que pode fazer coisa pior.
2 – Os advogados do ex-Presidente Lula, na falta de uma instância superior confiável no Brasil, decidem recorrer à ONU para julgar os atos de um juizeco de primeira instância que ultrapassa todos os limites da Lei, ao tentar processá-lo sem provas, só para fornecer material para noticiário dos jornais acima citados, visando apenas desconstruir sua imagem pública. E a instância confiável (ONU) acolhe o pedido de Lula e inicia um processo para apurar a denuncia.
Ato contínuo, o juizeco de primeira instância abandona o feriado dos servidores públicos para acelerar o andamento do processo contra Lula marcando as audiências de testemunhas, antes que ele próprio seja chamado pela instância máxima para se explicar sobre a denúncia de Lula.
Como no primeiro caso, quem sabe tentando intimidar a ONU?

M. Pacheco – em 29/10/2016 (sábado) preocupado com o que vai acontecer na segunda-feira, dia 31/10 – O DIA DAS BRUXAS.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

FALTA EQUILÍBRIO
EM CARMEN LÚCIA
Acompanhem essas datas:
Em 03/5/2016, o partido da Rede Sustentabilidade deu entrada em ação (com pedido de liminar) argumentando que o presidente da República não pode responder a ações penais.
Naquela data, Michel Temer já havia sido condenado pela Justiça Eleitoral de São Paulo e esgotadas todas as fases recursais. Portanto, na condição de inelegível.
Mesmo assim, no dia 12/5/2016 o vice-presidente (inelegível) assumiu, provisoriamente a Presidência da República aguardando a decisão do Senado, sem que o STF tomasse qualquer atitude, enquanto a Ação da Rede permanecia na gaveta, não se sabe por quê.
Passados quase sete meses, a presidenta Carmen Lúcia, depois de agir como presidenta do Sindicato dos Juízes, em pronunciamento nitidamente corporativo, comprou uma briga contra o presidente do Congresso Nacional por ele ter questionado a decisão de um juiz de Primeira Instância que passou por cima do STF ao mandar a Polícia Federal INVADIR o Senado Federal, prender servidores da casa e confiscar equipamentos (inclusive computadores onde podem estar arquivados documentos sigilosos) qualificando-o de JUIZECO;
Não satisfeita, Carmen Lúcia decidiu marcar para o próximo dia 03/11/2016 o julgamento de uma ação que pode tirar de Renan o direito de assumir a Presidência caso Temer e Rodrigo Maia sejam afastados ou se afastem do país em eventual viagem.
Ou seja: um ato desnecessário, impensado, nitidamente vingativo, que, nem mesmo o autor da ação está interessado, uma vez que o alvo era o deputado Eduardo Cunha, então presidente da Câmara.
Ou será que Carmen Lúcia sabe de alguma coisa que nós não sabemos?
Afinal, ela faz parte da linha sucessória e as delações da Odebrecht podem retirar de sua frente todos os atuais sucessores, caso o pedido da Rede seja atendido.
M. Pacheco, questionando a LUCIDEZ de Carmen Lúcia ao marcar para amanhã (*) um julgamento que os ministros da Corte já consideravam desnecessário.

(*) Se considerarmos os feriadões de 28/10 e 2/11, 3/11 será o próximo dia útil.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

TETO DOS GASTOS PÚBLICOS
Vocês não acham estranho que o grupo que assumiu o governo depois do golpe esteja tão preocupado em alterar a Constituição Federal para LIMITAR OS GASTOS PÚBLICOS NOS PRÓXIMOS 20 ANOS?
Ora! A Constituição já tem diversos dispositivos que tratam desse assunto. Um deles até faz lembrar essa movimentação toda. É a L.R.F criada no final do governo FHC para limitar as ações dos governos seguintes, depois que ele percebeu que não emplacaria o sucessor.
E essa L.R.F é tão coercitiva e limitadora que não foi respeitada pelo próprio FHC, nem pelo Lula, que veio a seguir, e muito menos pelos governadores e prefeitos de todo o Brasil até hoje.
Mas só a Dilma foi punida por não respeitá-la quando precisou atrasar o repasse para Programas Sociais. E sofreu o Impeachment.
Se o usurpador Temer e o banqueiro Meirelles quisessem, realmente, gastar apenas o que gastou no ano passado corrigido pela inflação daquele ano, já teriam começado a fazer.
Na verdade, eles querem impor esse limite só para o futuro governo e os que se seguirem PELOS PRÓXIMOS VINTE ANOS.
E isso por apenas dois motivos:
1 – Garantir aos credores que eles vão receber religiosamente os juros da dívida que continuará aumentando;
2 – Eles – assim como FHC em 2002 – sabem que não conseguirão eleger mais governo nenhum. E por isso querem garantir que os credores não terão prejuízo nesse período (a troco só eles sabem de quê) simplesmente porque, com o excedente poderão pagar não só os juros, como o principal da dívida.

M. Pacheco, na véspera da segunda votação na Câmara, quando o governo já não vai contar com a articulação de Eduardo Cunha e está muito inseguro.

domingo, 23 de outubro de 2016

 PEDALADA ERGOMÉTRICA
O que a oposição, e a mídia que a sustenta chamaram de Pedalada foi o uso de contas do Governo em bancos oficiais (Caixa e BB) para manter programas sociais como Bolsa Família e Incentivo à Educação. Não houve dano à Economia. Pelo contrário. Quanto mais dinheiro circulando, melhor para o mercado, o emprego e a arrecadação.
Na verdade poder-se-ia chamar de PEDALADA ERGOMÉTRICA - aquela que se faz sem sair do lugar.
PEDALADA MESMO foi a paralisação da economia que a mesma dupla (mídia + oposição) incentivou para destruir tudo o que foi construído nos últimos anos.

M. Pacheco, em 23/10/2016 (atualizado)
HIPÓCRITAS EM POLVOROSA!!!
Brasília vive seu pior fim-de-semana desde o início do golpe!
Depois da visita de Marlus Arns, com Claudia Cruz à cela de Eduardo Cunha, e o advogado dos delatores sair sorrindo, tudo pode acontecer!

M. Pacheco, em 23/10/2016

sábado, 22 de outubro de 2016

HIPÓCRITAS!!!
BAIXAR A TAXA SELIC DE 14,25%
PARA 14% DIZENDO QUE
OS JUROS VÃO CAIR
É MUITA HIPOCRISIA!
Todo mundo sabe que 14% são juros elevadíssimos que só interessam aos banqueiros e não reduzem o consumo no Supermercado.
Se o preço dos alimentos está caindo
é porque acabou a especulação.
M. Pacheco em 22/10/2016